Descoberta
Um terreno de 23,5 hectares de terra agrícola degradada em Vila do Bispo, no protegido Parque Natural da Costa Vicentina. Abandonado durante décadas — mas sob a superfície, um ecossistema escondido esperava para ser revivido.
O Projeto de Renaturalização
Vila do Bispo, Algarve, Portugal
23,5 hectares de restauração ecológica no coração do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Renaturalização, permacultura e investigação da biodiversidade para um futuro sustentável.
Wild Roots transforma terras agrícolas degradadas em ecossistemas nativos prósperos. Através de renaturalização baseada em evidências e princípios de permacultura, criamos um modelo de recuperação ecológica na região mediterrânica.
Restauração das comunidades de vegetação mediterrânica nativa, do maquis costeiro aos charcos temporários, apoiando espécies endémicas e as prioridades da Diretiva Habitats da UE.
Uma plataforma de dados abertos para monitorização da biodiversidade, acompanhamento climático e investigação ecológica — em parceria com universidades e organizações de conservação.
Técnicas sustentáveis de gestão territorial adaptadas ao clima mediterrânico — captação de água, florestas alimentares e agricultura regenerativa.
Dados ambientais em tempo real do local do projeto. Integração de mais de 40 fontes de dados abertos — desde imagens de satélite até monitorização meteorológica ao vivo.
A carregar dados da API Open-Meteo...
O Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) mede a densidade e saúde da vegetação a partir de imagens de satélite Sentinel-2. Os valores variam de -1,0 a 1,0.
A nossa propriedade apresenta variação sazonal típica dos ecossistemas mediterrânicos — NDVI mais elevado na primavera, mais baixo na seca do final do verão.
Dados históricos: Open-Meteo ERA5 Reanálise · Projeções: CMIP6 (MRI-AGCM3, EC-Earth3P-HR, CMCC-CM2-VHR4) · CC BY 4.0
A Costa Vicentina é um dos mais importantes hotspots botânicos da Europa. A nossa terra alberga espécies protegidas pela legislação europeia e portuguesa.
Cada hectare restaurado, cada espécie protegida, cada tonelada de carbono capturado — monitorizado e transparente.
Descubra cada recanto da propriedade de 23,5 hectares — zonas de permacultura, hotspots de flora endémica, elementos aquáticos e a ruína histórica.
Abrir Mapa Interativo →Wild Roots trabalha com arquitetos, investigadores e organizações de conservação para criar um projeto que beneficia pessoas e natureza.
Monia Cardoso da ARCHIFUSION (Lagos) projeta estruturas integradas na paisagem — materiais sustentáveis, climatização passiva e design biofílico.
Ver Planos →Colaboramos com universidades em Portugal e na Europa — da Universidade do Algarve ao EU Horizon Europe — para avançar a restauração de ecossistemas mediterrânicos.
Explore →Arraste o cursor para ver a transformação da terra — de terreno agrícola degradado a ecossistema nativo próspero.
Um terreno de 23,5 hectares de terra agrícola degradada em Vila do Bispo, no protegido Parque Natural da Costa Vicentina. Abandonado durante décadas — mas sob a superfície, um ecossistema escondido esperava para ser revivido.
Levantamentos ecológicos revelaram mais de 200 espécies de plantas nativas, charcos temporários protegidos pela UE e uma ruína de pedra com séculos de história. O zonamento de permacultura começou. Parcerias formadas com a ARCHIFUSION e universidades locais.
4.200 árvores e arbustos nativos plantados. Swales de captação de água escavados em curva de nível. A ruína histórica estabilizada para reutilização adaptativa. Plataforma de dados abertos lançada com mais de 40 fontes de dados ambientais.
O coberto da floresta alimentar fecha-se. Populações de espécies endémicas em crescimento. Charcos temporários totalmente restaurados — os primeiros ovos de Triops vicentinus eclodem no habitat renovado. O sequestro de carbono acelera.
Uma prova de conceito viva para a renaturalização mediterrânica. 23,5 hectares de ecossistemas nativos prósperos, uma estação de investigação autossustentável e um modelo open-source para restauração ecológica mundial.
Seja investigador, conservacionista ou simplesmente curioso — gostaríamos de ouvir a sua opinião.